Faço disso um sopro
Quando rápido venta na garganta
Não é preciso fazer
Mas me piora
O balão de dentro enchendo
E o gosto já azedo
Subindo pra lembrança
Me lembra de nós dois
Onze precisando de nenhum
Que quando importa é invisível
Salivar em palavras
É o que deveria transportar
Triste saber que não existe importância
Preocupante perceber que te apodrece
Vontade é de terminar com isso e gritar:
Mãos ao alto!
comaçim vc faz um novo poema e não avisa, moço? Mai eu gostei, viu... achei muito lindo ~~risos~~ vo ateh coloca no meu orkut
ResponderExcluirEu também! ;D
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