sábado, 25 de setembro de 2010

Assalto

Faço disso um sopro
Quando rápido venta na garganta
Não é preciso fazer
Mas me piora

O balão de dentro enchendo
E o gosto já azedo
Subindo pra lembrança
Me lembra de nós dois

Onze precisando de nenhum
Que quando importa é invisível
Salivar em palavras
É o que deveria transportar

Triste saber que não existe importância
Preocupante perceber que te apodrece
Vontade é de terminar com isso e gritar:
Mãos ao alto!

2 comentários:

  1. comaçim vc faz um novo poema e não avisa, moço? Mai eu gostei, viu... achei muito lindo ~~risos~~ vo ateh coloca no meu orkut

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