Guardar os brinquedos espalhados e varrer a poeira do chão que facilmente se juntava. Até porque era primeiro andar!
Era sempre cedo, que pra ali não era tanto. Até porque não tinha Emanuele!
Não tinha poesia, mas acontecia mesmo assim. Acontecia também que era bem mais do que só o garoto, era o garoto e os seus. Carpete verde musgo limpo e os enfeites da cômoda sistematicamente alinhados. Feito o ritual, ele esperava ansioso pelo passeio, que quase sempre se dava com alguma linha adversa de ônibus, escolhida pelo requisito: itinerário maior. Iam até o ponto final e voltavam. Claro que depois de um tempo, o programa foi mudando: caminhadas ou pedaladas no parque regradas a muita cana de açúcar e água de coco.
Isso tudo, claro, com o indecifrável céu de domingo.
Quando ele chegava em casa, tomava o banho gelado no banheiro limpado há pouco. E para terminar a manhã, nada mais confortante do que macarrão, maionese de batatas e frango assado de padaria. E a magia para o garoto ficava completa...
uma delícia de véu e manto <3
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